Guerra
A guerra começou em um flash. Milícias formados por radicais invadiram uma base naval de Fericia ao sul do continente. Dominaram-na rapidamente. Três navios foram levados dos portos e usados para atacar a capital do principal país do continente, Brasa. As negociações entres as duas nações começaram imediatamente na capital Fericiana, mas os milicianos foram rápidos no ataque. Invadiram a assembleia rendendo todos que estavam presentes e assassinando os líderes das duas nações. Naquele momento, a guerra começou.
Os milicianos dominaram com facilidade Fericia depois do ataque a negociação de paz. Em meses, o estado se tornou totalmente autoritário. Toque de recolher foi estabelecido e desobedece-lo era inevitável. As cidades viraram centros de treinamento e armazéns bélicos. Tanques de guerras e brigadas eram recorrentes nas ruas. As crianças brincavam na rua entre os militares. As principais alas dos hospitais foram ocupadas por vários soldados feridos.
A guerra se concentrou na área ocidental do continente perto ao mar. Diversas batalhas foram travadas em mar aberto, mas as maiores baixas se concentravam nas fronteiras terrestres. Milhões de soldados no lado Faraciano foram mortos nos primeiros momentos de guerra. Com a alta no número de baixas, treino crianças para a guerra virou uma prioridade, mas não foi o suficiente. Por outro lado, Brasa firmava aliança com os outros dois países, Lithia e Grud, vizinhos a Fericia, para suporte as suas tropas e aos refugiados de Fericia.
A vitória era claramente certa da Aliança contra Fericia. As tropas avançavam no território aos poucos e apresentavam poucas baixas. Em semanas, já estavam aos arredores da capital Fericiana o que deixou os lideres ainda mais desesperados.
A guerra acabou com uma operação de invasão da cidade que durou por volta três dias. Um pequeno grupo entrou na cidade junto com um grupo de comerciantes. Se estabeleceram e estudaram a cidade com ajuda de alguns informantes. A operação acabou com a invasão da assembleia estratégica. Chegando, apenas o presidente estava vivo. Os corpos dos ministros estavam espalhados pela mesa. Quando os agentes se aproximaram ele os apontou uma arma. Os relatórios publicados vão até esse ponto. Momentos depois do anuncio da captura do principal líder do exército Fericiano, um míssil saiu da cidade em direção ao norte, atingindo uma cadeia de montanhas. A bomba contaminou todo o solo do lugar o que impossibilitou por completo a vivencia ali. Milhares de pessoas foram retiradas do lugar, mas algumas se recusarão a sair.
Pouco se sabia sobre esse povo. Eles eram pacifistas e bem exclusos por conta da sua religião. Diversas histórias foram se espalhando ao passar do tempo sobre aquele povo, mas com o ataque, nenhuma pessoa ousou, ou ousa, pisar naquelas terras novamente. Os sobreviventes se negaram a contar a sua própria história q aqueles que tentaram contar sumiram sem deixar nenhuma pista. Milhares de exploradores lideraram diversas expedições para Peasin em busca de desvendar os mistérios de um povo tão antigo, mas nenhum retornou. Alguns dizem que o ataque foi proposital porque ali talvez guardasse algo que nem os próprios líderes de Fericia queriam ver.
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